Instituto Jonia Ranali

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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

# A IMPORTÃNCIA DA FAMÍLIA EM MOMENTOS DE CRISE E OU DOENÇA....

Chega a ser um clichê falar da importância da família em nossas vidas, mas como a maioria dos clichês, é pura verdade: sua família é quem você é.
Imaginemos um homem sempre saudável, ativo, e com uma profissão muito, muito promissora, que por um banal motivo foi parar em uma UTI.
Seu corpo agora esquálido, a nada reage, mas o cérebro guarda tudo o que acontece ao seu redor, e quando volta daquela interminável viagem, conta esses registros: "Minha esposa, quando fui internado, no primeiro dia passou toda a noite e a madrugada segurando minha mão para manter uma conexão que ela sabia ser vital para que eu atravessa-se tudo aquilo. Ao longo de minha vida, o relacionamento com a família - meus pais, irmãs e irmãos e depois minha esposa e filhos - tem sido a fonte primordial de minha estabilidade e força. É para a família que eu me volto quando preciso de apoio incondicional neste mundo que tantas vezes nos vira as costas. Foi por isso que me acostumei a contar tanto com a família. Para ser franco, nunca teria sido capaz de exercer minha profissão e ver as coisas que eu vi, sem o sólido suporte de amor e compreensão que a família me proporcionou.
Minha esposa, depois de consultar a família, decidiu em nome dessa, fazer-me uma promessa: que independentemente do que acontecesse dalí para a frente, sempre haveria alguém segurando a minha mão. Disse-me ela: "Não vamos deixar você partir; você precisa de uma âncora para mante-lo nesse mundo, e nós seremos essa âncora".
Depois de uma longa e trenebrosa tempestade dentro daquela UTI, eis-me de volta ao mundo, agora mais forte e corajoso do que nunca, e na hora de agradecer a Deus, minhas primeiras palavras foram: "Agradeço Senhor pela família que me destes". Depois continuei com meus agradecimentos..."

JONIA RANALI - psicanalisra, palestrante, docente em Psicanálise - Curso Livre de Formação em Psicanálise Online, escritora.

#PARA MINHA FILHOTINHA GISELE #FELIZ ANIVERSÁRIO

Era uma vez... Uma mamãe feliz, dona de casa, esposa dedicada e que cuidava dos três filhinhos que havia tido. Era espititualista e tinha sempre muita intuição, ideias bem claras à respeito da vida e da morte e bastante mediunidade. Sempre, desde menina teve uma visão dos quatro filhinhos que teria e sabia antecipadamente o sexo dos mesmos.
Frequentava o Grupo Espírita Razin, levando desenvolvimento em alguns setores do mesmo, principalmente na parte do Departamento de Ensino, que ela mesma criou e aperfeiçoou. Bem, encurtando um pouco a história, havia lá uma maravilhosa senhora que sempre pegava bebês pequenos abandonados, deles cuidava em todos os sentidos, inclusive levando para sua casa e quando os mesmos estavam gordinhos e viçosos labutava para lhes arrumar um lar com papai e mamãe, enfim um lar de verdade onde fosse bem recebido e bem cuidado.
Um dia estava eu lá trabalhando e uma das diretoras, muito querida, me contou que havia uma menininha num município próximo a São Paulo que havia sido deixada ao Deus dará e se eu poderia tentar arrumar um cafofo para ela. Contou-me que era linda, loirinha, de grandes olhos azuis e cabelos cacheados. Nesse momento ela entrou em meu coração, e me propús e ir arranjar-lhe um lar. Com meus três pequeninos à tiracolo, circulei, pedi informações, ofereci, exaltei a pequenina... E nada. Não consegui um lar para quele serzinho, até que desisti e com o coração aos pedaços disse para a Maria Rosa que havia feito de tudo, mas em vão. Ela ficou de buscar outras pessoas que fizessem a mesma coisa. Bem. Eu estava em paz, pois havia feito a minha parte.
Adendo: quando nasceu o meu terceiro bebê, uma menina, que eu chamava de minha princezinha, pois já tinha dois formosos varões que amava de paixão, ainda queria ter a minha quarta filhota, como havia visto várias vezes - meu quarteto, o meu médico ginecologista, o maravilhoso Dr. Jorge entrou no quarto da maternidade, onde estávamos eu e meu marido e disse: "Neguinha vamos conversar?" e explicou que por motivos físicos eu deveria não ter mais bebês. Eu ainda perguntei: "É ordem médica?" e ele disse "Sim". E assim foi, bebês sendo evitados para o bem da minha saúde. Mas, mesmo assim, depois de um mes do término de minhas buscas de um lar para a linda loirinha bebê, o que aconteceu? Eu me percebi novamente grávida. Sabem que fiquei contente? Mas quando a notícia foi dada, algumas pessoas mais próximas até me sugeriram um aborto. Finquei os pés no chão e disse que o que estava dentro de mim só sairia, e com vida, após o término da gestação.
E... Assim foi. Quando a vi, meu coração pulava, pulsava e minha mente ia longe. Sabem como ela era? O meu bebê? Loirinha, de cabelos cacheados e com enormes e lindos olhos azuis. Hoje choro. Confirmei tanta coisa naquela época. A minha percepção espiritual, coisas entre o céu e a terra, o nosso destino, porque nascemos em uma determinada família e assim por diante.
Bem, minha querida menina, você cresceu, as coisas mudaram muito dentro de nosso lar, eu tive que acabar de criá-los sozinha e tenho certeza de que não consegui ser a mamãe perfeita que talvez você desejase, mas juro que na época dei o meu melhor. Foi muito difícil, pois você era, e acho que continua sendo, muito levada. Era um bebê tão lindo. Tenho duas netas que foram bebês belíssimos. A sua primeira filha, a Bruna e a Camila a primeira filha de minha Taís. Não que os outros não o sejam, mas falo de beleza física oa extremo.Mas você... Como dizer? era de um brilho diferente. Quando estava no carrinho tomando sol no clube ou quando saíamos e alguém se aproximava, sempre havia uma frase que se tornou comum aos meus ouvidos: "Que criança linda". E você sorria para todos, sem distinção e levantava os bracinhos para ser pega ao colo. Meu coração exultava de felicidade, mas ao mesmo tempo pensava que algum dia laguém poderia me roubar minha linda boneca .
Hoje, que é dia de seu aniversário choro. Por que? De saudade porque você mora longe de mim; de felicidade porque cumpri com o meu dever de ser humano e de ser espiritual; porque fui atrás de minha intuição e não da vontade de outros; porque sempre fiz o possível e o impossível por você, e minha querida você, lá no fundinho sabe disso.
E hoje, no dia do seu aniversário, ajoelhada na sua frente, em espírito, eu agradeço por você ter entrado na minha vida e lhe peço perdão, de todo o meu coração pelas falhas que com você tenha cometido em todo o decorrer de sua existência até agora. Somos muito diferentes uma da outra, mas creia, trazemos uma predestinação lá de trás e também atributos, defeitos e obrigações com os quais teremos que labutar nessa vida. Eles já estão marcados em nós e o processo da educação pode e geralmente faz muitas mudanças, mas por vezes não.
Hoje eu lhe dou parabéns, desejo que ainda colha muitas coisas positivas em sua vida, e que nunca se esqueça que eu a amo,de todo o meu coração.
Com carinho de sua mãe.
JONIA RANALI

Suas mãos

No século XV, numa aldeia perto de Nuremberg vivia uma família pobre com muitos filhos, e dois deles tinham o sonho de serem pintores, mas o pai não tinha condições de enviar os dois para a Academia de Pintura. Os irmãos resolveram tirar a sorte e o que perdesse pagaria os estudos ao outro com seu trabalho nas minas de carvão e depois o vencedor pagaria os estudos ao irmão com a venda de suas obras.
Albrecht ganhou e foi estudar pintura em Nuremberg. E, o outro ir...mão Albert, foi trabalhar nas minas de carvão, por quatro longos anos, e Albrecht saiu-se muito bem nos estudos e já ganhava com a venda de suas obras, e terminados os estudos voltou à sua aldeia, para agora pagar os estudos do irmão.
E, quando em uma reunião familiar isso foi anunciado, Albert, com os olhos cheios de lágrimas disse que era tarde para ele, pois os anos de trabalho na mina haviam destruído suas mãos: cada osso havia-se partido pelo menos uma vez e a artrite da mão direita não o deixava nem levantar o copo para ao irmão brindar, mas que estava feliz, pois suas mãos agora disformes tinham servido para cumprir o sonho do irmão.
Mais de 450 anos passaram-se e as obras de Albrecht Durer podem ser vistas nos museus do mundo inteiro, e para render homenagem às mãos maltratadas do irmão, as desenhou unidas e com os dedos apontando para o céu e essa obra chama-se "Mãos que oram".
E AS SUAS MÃOS? QUE OBRAS VOCÊ CONSTRÓI COM ELAS OU AS MESMAS SÓ DESTROEM?
MÃOS SÃO FEITAS PARA ACARICIAR, PARA ABENÇOR, PARA TRABALHAR, PARA FAZER O BEM.
NUNCA PASSE PERTO DE ALGUÉM QUE LHE É CARO SEM FAZER UM CARINHO NA CABEÇA, NOS OMBROS, ESTAR COM SUAS MÃOS MOSTRANDO SEMPRE O CAMINHO CERTO PARA AS PESSOAS, MÃOS SEMPRE ESTENDIDAS PARA FAZER O BEM, E QUE OS BONITOS GESTOS DE SUAS MÃOS SEJAM ACOMPANHADOS DE MELODIOSAS PALAVRAS DE AFETO, DE ELOGIO, DE INCENTIVO, DE AMOR.
CUMPRA COM A BONITA TAREFA PARA A QUAL SUAS MÃOS FORAM FEITAS.
E, OXALÁ ESTE ARTIGO LHE SIRVA PARA QUE QUANDO SE SENTIR DEMASIADO ORGULHOSO DO QUE FAZ E MUITO SEGURO DE SI MESMO, RECORDE QUE NA VIDA NINGUÉM TRIUNFA SOZINHO.
JONIA RANALI - Psicanalista, docente em Psicanálise, Palestrante, Escritora.

Acompanhando as Competições - vejam só que interessante... o danado do emocional atrapalha muito

Parece incrível, não? Mas, em praticamente todas as modalidades de competições quando alguma coisa não caminhava a contento para os atletas...Os locutores diziam reto e direto que: "O atleta tal, competindo, está muito bem preparado até para ganhar o Ouro", mas de repente, tudo muda. O que? O ma...ratonista fica nervoso; parece que perdeu o foco; sua cabeça não mais está na competição; SEU EMOCIONAL O TRAIU.
Vou repetir - PARECE INCRÍVEL, NÃO? Mas assim é.
As pessoas mais incríveis que você conhece, volta e meia passam por problemas semelhantes. Dizemos: "Não pode ser".
O emocional, o local onde se localizam as nossas emoções, precisa estar pacificado, em ordem, trabalhado, para que tenhamos uma performance estável e maravilhosa na vida toda, e não só em competições. Ele é o general da banda e dita o que de nós será em cada instante de nossa caminhada em direção ao sucesso..
Costumo dizer às pessoas que, se quiserem crescer na vida sem atropelos, primeiro necessário se faz que voltem às suas origens infantis, resolvam os problemas que lá ficaram, para agora sim, poderem vencer.
Quer vencer? Use a sua Inteligência Emocional a seu favor, de forma correta e será o vencedor que está em potencial dentro de você.

JONIA RANALI - psicanalista, docente em Psicanálise, Curso Livre de Formação em Psicanálise Online, palestrante, escritora.

EMOÇÕES NO COMANDO - VALE A PENA TRABALHAR COM SEUS PROBLEMAS EMOCIONAIS - O "DEPOIS" É MARAVILHOSO UM TREMENDO BEM-ESTAR.

Vejam um ensinamento bem diferente que nos vem da Metafísica e que nos trás muito o que pensar:...
"O único órgão interno que não adquire câncer é o coração, pelo motivo de que nele existe amor, e o amor é sempre maior do que a mágoa, a raiva, a revolta".

Jonia Ranali - psicanalista, docente em Psicanálise, escritora, palestrante.