Instituto Jonia Ranali

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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Que tal uma soneca após o almoço?

O nosso mundo atual e moderno é exigente, e vivemos reclamando do fato de que não temos tempo para nada.
E, corremos, corremos, corremos para realizar todas as tarefas a que nos propusemos  naquele determinado dia. E, o que acontece?  Não conseguimos fazer metade delas.
Isso nos trás culpa, mal-estar, um tremendo sentimento de incapacidade, ficamos  nervosos, briguentos, não temos tempo para nos dedicarmos aos outros, para escutá-los, aconselhar, acariciar e estamos sempre mal.
Existem ao nosso dispor uma série de pequenas coisas que podemos utilizar para melhorar esse sistema desastroso no qual caímos, como, por exemplo, a acupuntura, massagem terapêutica, hidromassagem, escalda-pés  antes de dormirmos, cuidados  maiores com nossa alimentação,  ginástica,  yôga, pilates,  caminhadas, mas , pensamos,  “se nem consigo fazer as minhas  obrigações,  como  posso me atrever ou aventurar em uma dessas formas de ajuda para mim?”
Pois é,  mas se algo não fizermos que nos dê satisfação e uma agradável  sensação  de bem estar, as obrigações ficam ainda mais pesadas e difíceis de serem realizadas.
Dentre essas “gostosas coisas que podemos fazer”, existe uma que a maioria dos europeus  pratica a séculos, que é o cochilo depois do almoço.
Você nunca sentiu vontade de esticar as pernas, pegar um travesseiro bom fofinho, e tirar um cochilo após o almoço?
Será que essa soneca faz bem? Em pesquisa feita pela NASA, foi-nos revelado que em 40 minutos de sono depois de uma refeição,  no meio de um dia de trabalho, aumentam em 34% a capacidade  produtiva.  Sempre você achará um cantinho em que poderá ficar só e dormir.
A maioria das pessoas que trabalham em Empresas,  aproveitam o restante do tempo após seu almoço para ir a bancos, fazer uma comprinha aqui e ali, ficar fazendo joguinhos no computador, ligar  freneticamente para casa, para ver se a empregada fez os deveres adequadamente, se os filhos deram conta das lições de casa, e assim por diante.
Quando chega a hora de voltarem ao trabalho estão mais cansadas do que no momento em que chegaram  pela manhã.
E, fazer uma sonequinha após o almoço, lhes dá uma agradável sensação de início de dia e as tarefas são executadas com mais facilidade, o humor fica bem melhor e até dá tempo de cumprir com todas as obrigações, e chegar em casa com bastante disposição para enfrentar essa outra parte do seu dia.
Milagre, utopia? Nada disso. Só aprendizado de uma melhor qualidade de vida.
Boa soneca para esta semana que se inicia e para todas as outras de sua vida, que, com esse pequeno cuidado ou mudança de hábitos, com certeza será mais longa e produtiva.

Jonia Ranali

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Homens e mulheres de ontem e de hoje



Ao examinarmos as mulheres de gerações passadas, ou até as da geração de nossas avós, observaremos que, era quase como se repetissem um padrão dos tempos da escravatura, em que andavam “atrás” de seus maridos, os chamavam de senhores, e aceitavam mudamente, mesmo sofrendo, suas mazelas, ordens, exigências e infidelidades.

Vocês sabem o que acontecia a partir disso? Essas mulheres não tinham quase acesso a cuidados médicos, muitas morriam de parto, não se cuidavam fisicamente como hoje: ginásticas, academias, musculação, yôga, tratamentos estéticos, regimes, convênios médicos etc., e vinham a falecer muito mais cedo do que os homens.
Em gerações passadas o número de viúvos era bem maior. Hoje em dia, essa situação inverteu-se totalmente. A mulher inseriu-se no mercado de trabalho, juntando-se a isso as aquisições a que tem direito como ser humano, e sua vida tornou-se mais interessante e duradoura. Hoje, as mulheres vivem mais do que os homens e aí está a parte material negativa: ficam viúvas mais cedo e dificilmente conseguem encontrar um parceiro da sua idade.

Aparentemente, os homens vingam-se dessa situação de igualdade das mulheres, arrumando-se com garotas mais jovens. Isso gera um alto grau de infidelidade, agora explícita, como forma de demonstrar seu descontentamento por estarem sendo “desbancados” do mercado de trabalho.

Que bagunça, não?

A internet e a globalização da economia são dois exemplos através dos quais as mulheres vão se emancipando. Mas, voltando-nos para a parte emocional do processo dos homens buscarem mulheres bem mais jovens, por vezes “ninfetas”, quando viúvos, separados ou até ainda casados, é uma situação pouco confortável para eles, estarem com mulheres de sua idade pois logo após os 40 anos, há uma diminuição gradual no seu processo de ereção, e eles sabem que uma mulher experiente, disso sabe, e percebe.

Mas apesar de todos os processos atuais de resolução desse problema, como, por exemplo, Viagra, cirurgias adequadas que revertem esse mecanismo inconveniente, em seus emocionais – com raríssimas exceções – está registrado o primeiro acontecimento, isto é, “minha ereção diminuiu ou desapareceu”.

Por que isso, hein? Pelo motivo de que no nosso emocional, demoramos mais ou menos por volta de uma geração para assimilarmos os novos acontecimentos, pois ficamos presos “para trás” deles. Esses esclarecimentos são basicamente importantes, para que ambos os sexos procurem ajuda, ao se defrontarem com problemas interligados ao que acabamos de narrar.

JONIA RANALI