Instituto Jonia Ranali

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terça-feira, 26 de novembro de 2013

Algumas dicas sobre Síndrome de Down

Boa parte dos bebês portadores de Síndrome de Down tem intestino preso. Isso se deve à hipotonia – diminuição do tônus geral dos músculos, uma de suas características marcantes. Mesmo bebês alimentados exclusivamente com leite materno podem ter dificuldades em expelir as fezes. Uma leve massagem na região abdominal, sempre no sentido horário, ajuda a estimular o movimento intestinal. Abrir as fraldas e dobrar as perninhas sobre a barriga repetidas vezes, ajuda.

Quando as fezes saem ressecadas demais, com grande esforço do bebê, os pais devem falar com o pediatra, pois existem alguns remédios, como óleos minerais para lubrificar as paredes intestinais e que não são absorvidos pelo organismo e devem ser dados fora do horário das refeições e vitaminas, pois diminuem temporariamente a absorção das vitaminas. Esses óleos não são  prejudiciais, ou podemos também usar supositórios, que não devem ser de uso frequente  ou constante.

Outro item sobre bebês com essa síndrome e que os ajuda bastante  é pendurar brinquedos ou móbiles sobre o berço, pois estes estimulam a visão e a atenção. Alternar sempre o tipo e a cor dos objetos pendurados é importante, assim como retirar o excesso de cores quando o bebê vai dormir, para que ele tenha um bom período de descanso.

Outra dica bem legal  e valiosa para o dia a dia é carregar o bebê "de frente para o mundo" e não com o rosto voltado para trás ou para quem o carrega. Nenhum bebê sente-se estimulado com uma "parede" diante dos olhos. Também é difícil entender um mundo que "foge" dele ao invés de vir ao seu encontro. Isso se aplica ainda aos portadores de berços excessivamente altos ou muito fechados, que atrapalham uma visão mais ampla do meio.

Qualquer bebê "guardado numa caixa fechada" demora mais para responder aos estímulos, mas isso é particularmente ruim para os bebês com Síndrome de Down.

JONIA RANALI

quinta-feira, 7 de novembro de 2013



Uma crença é uma informação significativa que é fundamental para a nossa sobrevivência.
   
Existem dois tipos de crenças, uma palavrinha tão usada ultimamente. Temos as que são desenvolvidas à partir de experiências e que serão um aprendizado que levaremos para toda a vida e outras que são colocadas em nosso emocional através dos vínculos com os pais, os vínculos sociais, os culturais e os religiosos, e nelas todas nos baseamos para tomar decisões e para manter ou modificar um determinado padrão de comportamento.
   
Mas, nem sempre e constantemente  refletimos, ou temos quem nos mostre a razão de adotarmos uma ou outra crença e o por que elas ocupam tanto nosso emocional.
   
A crença é um elemento que quando bem analisado pode revelar a forma como vemos e interpretamos o mundo ao nosso redor e é um instrumento de auto conhecimento valioso, pois necessário se faz refletirmos sobre o que acreditamos, sobre as nossas crenças pessoais. Tem algumas que com certeza vale a pela manter, pois são constituintes de nossa personalidade e outras com as quais temos que trabalhar para eliminar por serem perniciosas. Nessas últimas incluímos aquelas que nos remetem a uma falta de amor e de abandono na infância que em sua maioria não são reais.
   
Esse tema das crenças é muito importante pois promove a nossa volta "para dentro de nós" e a verificação e compreensão de que até que ponto elas estão limitando a nossa vida, adiando a nossa felicidade por serem desproporcionais à realidade, pois geralmente as crenças ditas maléficas surgem em momentos de debilidade emocional, traumas, choques. E, depois que tudo passa nós "esquecemos" ou não temos condições de desfaze-las. Elas, por vezes, são mecanismos de defesa momentâneos para nossa proteção temporária, e naquele adequado momento não tínhamos como filtrar essa informação.
   
Precisamos pensar sobre o pensar. Existem pessoas que acreditam que jamais mudarão sua forma de pensar, mas ao parar e refletir de forma comprometida, honesta e verdadeira conseguem a tão almejada mudança. Para tanto é necessária uma real e inteira entrega ao processo de reflexão.
   
A Psicanálise vai aos poucos trabalhando com os pacientes nesse sentido e chega à mudança do comportamental. Com o pensar dirigido e acompanhado, tudo fica mais fácil.
   
Das crenças pode resultar muita ansiedade e tristezas que estão arraigadas, e quando o desejo é melhor viver, em tudo dentro de nós precisamos pensar e sem medo de censuras internas. A função do analista é ajuda-lo nesse processo de autoconhecimento e avaliação pessoal e as boas crenças serão conservadas e as disfuncionais eliminadas, ou com menos efeito em suas vidas.
   
Espero ter ajudado a que cada um a se compreenda melhor.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

O desabafo de uma criança

Não tenham medo de serem firmes comigo. Prefiro assim. Isso faz com que me sinta mais seguro. Sei que não devo ter tudo o que quero, mas estou sempre experimentado vocês. Não deixem que eu adquira maus hábitos. Dependo de vocês para saber o que é certo ou errado.

Não me corrijam com raiva e nem na presença de estranhos. Aprenderei muito mais se me falarem com alma e em particular. Não me protejam das consequências dos meus erros. As vezes prefiro aprender pelo caminho mais áspero. 

Não levem muito a sério as minhas pequenas dores. Muitas vezes necessito delas para obter a atenção que preciso. Não ponham à prova a minha honestidade. Digo mentiras facilmente. Não sejam agressivos ao me corrigir, pois sinto vontade de fazer o contrário do que me pedem. Não me façam promessas que não poderão cumprir. Isto me deixará profundamente desapontado.

Não me mostrem um Deus carrancudo e vingativo. Isto me afastará DELE. Não desconversem quando faço perguntas, senão eu procurarei na rua as respostas que não tive em casa. Não digam que meus temores são bobos, mas ajudem-me a compreende-los.

Não se mostrem para mim como pessoas perfeitas e infalíveis. Ficarei muito chocado quando descobrir um erro de vocês. Não digam que não conseguem me controlar. Eu posso pensar que sou mais forte que vocês.Não me tratem como uma pessoa sem personalidade. Lembrem-se que que eu tenho o meu próprio modo de ser.

Não apontem os defeitos das pessoas que me cercam. Isso criará em mim, desde cedo, um espírito intolerante. Não se esqueçam de que eu gosto de experimentar as coisas por mim mesmo.

Mas sobretudo NUNCA DESISTAM de me ensinar o BEM, mesmo que eu pareça não estar aprendendo. No futuro vocês verão em mim o fruto daquilo que plantaram.

(Autor desconhecido)

Que tal ter um aquário em casa?

Um aquário não é apenas um objeto de decoração, de beleza, de prender a atenção, de distrair, de aprendizado.

Ele serve como um foco de atenção, como UMA VERDADEIRA TERAPIA OCUPACIONAL, UMA FONTE DE CONHECIMENTO E PAZ QUE VOCÊ NEM IMAGINA.

Aquarismo é a maior simulação de natureza que você pode ter dentro de casa. É a convivência do homem com "coisinhas" tão dóceis e delicadas que dependem exclusivamente da responsabilidade e do amor de seu dono para sobreviver.

Um aquário ensina o homem a ter paciência, responsabilidade, bom senso, compromisso e passa uma energia muito positiva através da tranquilidade do nado do peixe e do barulho da água correndo.

O aquarismo é um ótimo remédio contra o estresse diário e a constante pressão que sofremos no dia a dia. Um peixe torna-se seu companheiro fiel e o reconhece no momento da alimentação, aprendendo sua rotina e notando sua presença no recinto.

Lidar e ter um aquário também incentiva aos estudos e à pesquisa, pois nos leva a entender como funciona a vida aquática para ter sucesso neste sério hobby e nos faz buscar respostas nas mais variadas fontes.

Essa é a mágica da aquariofilia, um vírus maravilhoso que contamina todas as pessoas que com ela tem contato e que trás benefícios para o corpo e para a alma, que nos faz diminuir o ritmo de nossa vida diária, e trás benefícios para nosso corpo e nossa alma, pois temos que respeitar nossos peixes, suas necessidades, sem afobação ou pressa, pensando em primeiro luigar no bem estar do peixinho, o que nos tira das afobações do dia a dia, e nos leva a desenvolver bem mais rapidamente o amor que jaz oculto dentro de nós, escondido pelo corre-corre do nosso cotidiano.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

SEJA UM PARA DEPOIS CONSEGUIR "SER DOIS " ( Be one to be twu)




Por que é tão difícil pensarmos primeiro na gente numa relação a dois? Por que a relação ou o parceiro são sempre mais importantes que nós? Com certeza esse é um dos maiores motivos de tantas separações.

Vamos ver se achamos uma resposta para isso: quando vivemos a vida do outro,  suas dores,  seus problemas e seus pensamentos, estamos evitando nosso mundo, nossos problemas, nossas dores, e o resultado disso num relacionamento é que viramos a metade de nós mesmos e ainda levamos um pé no traseiro por que ficamos bambos, sem base e até sem personalidade. E é exatamente disso que devemos escapar.

O que devemos buscar hoje? Uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar. A nova forma de amor tem nova feição e significado. Visa à aproximação de dois inteiros e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade.

Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva. A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. E, o amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável, pois nesse tipo de ligação há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito de ser amado.

JONIA RANALI

sábado, 24 de agosto de 2013

DEVEMOS SER COMO A ÁGUIA



A águia é uma ave que chega a viver até 70 anos.
Mas, para chegar a essa idade, ela tem que tomar uma séria e difícil decisão por volta dos 40 anos. Nessa idade ela está com as unhas compridas e flexíveis, não conseguindo mais caçar suas presas para se  alimentar, seu bico alongado já está curvo, suas asas estão apontando para o peito, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas, e voar já está se tornando uma tarefa difícil.
Então, a águia só tem duas alternativas:  morrer...ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias. Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e recolher-se em um ninho próximo a um paredão, onde ela não necessite voar.
Após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico contra a rocha até conseguir arrancá-lo. Após isso, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar as suas unhas.
Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas, e somente depois de cinco meses, a águia sai para seu famoso voo de renovação, e poderá viver, então por mais uns trinta anos.
EM NOSSA VIDA, MUITAS VEZES TEMOS QUE NOS RESGUARDAR POR ALGUM TEMPO E COMEÇAR UM PROCESSO DE RENOVAÇÃO. Para que continuemos a voar um voo de vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes e outras tradições que nos causaram dor. SOMENTE QUANDO NOS LIVRARMOS DO PESO DO PASSADO É QUE PODEMOS APROVEITAR OS RESULTADOS  VALIOSOS QUE UMA  AUTO-RENOVAÇÃO SEMPRE TRÁS.
ISSO DEFINE EXATAMENTE A PERSISTÊNCIA QUE DEVEMOS TER EM NOSSA VIDA PARA SUPERAR OBSTÁCULOS E ALCANÇAR O SUCESSO EM QUALQUER SETOR DE NOSSAS VIDAS, PRINCIPALMENTE NO PROFISSIONAL.

JONIA RANALI

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

A LIÇÃO DA BORBOLETA


 Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo. Um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.
Então, pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso.
Parecia que ela havia ido o mais longe que podia e não conseguia ir mais, e o homem decidiu ajudar a borboleta e pegou uma pequena tesoura e cortou o restante do casulo, e a borboleta saiu facilmente, mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha asas amassadas.
O homem continuou a observá-la pois esperava que a qualquer momento suas asas se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar com o tempo...
Nada aconteceu! Em verdade a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas, e nunca foi capaz de voar.
O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo pelo qual Deus fazia com que o fluído do corpo da borboleta fosse para suas asas, de forma que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.
Algumas vezes o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida.
Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, Ele nos deixaria aleijados. Não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar.
Eu pedi forças... e Deus deu-me dificuldades para fazer-me forte. Eu pedi sabedoria... e Deus deu-me problemas para resolver...Eu pedi prosperidade... e Deus deu-me cérebro e músculos para trabalhar...Eu pedi coragem...e Deus deu-me pessoas com problemas para ajudar...Eu pedi favores...e Deus deu-me oportunidades.
Eu não recebi nada do que pedi...mas eu recebi tudo de que precisava!!!
JONIA RANALI

quarta-feira, 3 de julho de 2013

É BOM DESISTIR!



               

         Nossa Jonia! Que susto. Você sempre nos dá mensagens otimistas e esclarecedoras para realizarmos nossos sonhos... o que é isso agora? Agora é diferente.     Leiam.

         Do que devemos desistir? De uma porção de coisas, como, por exemplo:

         Desista de quem não quer aprender, e veja que bem perto de você, existem muitas pessoas sedentas de
conhecimento. É só estalar os dedos.

         Desista de emagrecer para estar na moda e tenha o peso que lhe convier, ou que você quiser ter.

         Desista de querer que as pessoas pensem do jeito que você gostaria. Respeite o outro como ele é, pois se todos fossem iguais a você o mundo seria como? O que questionar? O que debater? Pelo que lutar?

         Desista de achar um emprego perfeito, apaixonante, com uma remuneração estonteante, mas apaixone-se pelo seu trabalho e fique muito feliz em exercitá-lo, pois não sabe quanto tempo nele ficará...

         Desista de achar defeitos nas pessoas. Olhe suas qualidades. É fácil achar defeitos, mas brincar de achar qualidades é simplesmente uma delícia. Experimente.

         Desista de ter o celular "último tipo" do mercado e contente-se em ter um para falar. O "último tipo" amanhã não o será mais. E também faça o mesmo com relógios,  carros, computadores, máquinas fotográficas...

         Desista de impor a sua opinião sobre tudo, mas "ouça" as opiniões, mesmo as contrárias, e veja quanto proveito você tira delas. Pode ser que uma delas faça você melhorar muito e enxergar algo que não via. Fica mais em conta repartir opiniões do que bater o pé pela sua.

         Desista de ter pressa, mas não deixe a vida lhe levar...se perder o horário do seu trem, pode ser que ele descarrilhe  e você estará fora dele.

         Desista de fugir do vento e da chuva. Deus diz que precisa molhar as plantas. E, se houver um resfriado vitamina C, e lembre-se que é por que não está comendo frutas na quantidade certa. Sabia que precisamos de pelo menos cinco tipos de frutas por dia? Pode ser uma só unidade de cada uma, mas cinco diferentes.

         Desista de estudar por obrigação. Se tiver vontade leia um bom livro. Pode ser que ele lhe abra portas enormes que nunca imaginou poderem existir.

         Medite  à respeito. E, pode ser que eu esteja errada... mas a melhor coisa que pode nos acontecer é melhorar em algum aspecto de nossa vida.

Jonia Ranali

segunda-feira, 1 de julho de 2013

OS DIREITOS DO HOMEM

Completará 65 anos o mais importante documento da era moderna firmado pela quase totalidade dos povos livres, inclusive o Brasil: a declaração universal dos direitos do homem.
Foi a 10 de dezembro de 1948, que se deu o auspicioso evento. Apesar da clareza de seu texto, da meridiana compreensão dos seus princípios, apesar da aura amena que envolve essa carta, ainda impera a discórdia, ainda há escravos neste mundo que se jacta de serem livres, escravos que vivem em cativeiros empregatícios para a satisfação da ganância dos patrões.
A fome grassa por este universo de Deus, uns comem caviar nas mesas de lautos banquetes enquanto outros saciam-se em pequenos animais ardilosamente caçados e raízes arrancadas à unha das entranhas da terra.
Há raptores que matam inocentes por mera vingança política. A justiça se faz, de quando em vez, com bases em provas arrancadas de pessoas violentadas em sua dignidade. Faltam escolas, faltam leitos hospitalares, falta higiene, falta amor. Apesar da Declaração dos Direitos do Homem soar como bálsamo, promessa e aceno de felicidade, há muito infortúnio e incompreensão em todas as áreas da atividade humana. Para expargir um pouco de luz na escuridão reinante, basta que se reflita sobre o artigo primeiro do documento: "Todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade". A obediência a esse preâmbulo bastaria para que o mundo vivesse em sorrisos, sem problemas nem inquietudes. Ah! Carta de Direitos! Se fosse cumprida, não haveria lágrimas a não ser pela perda irreparável e irreversível de um ser amado. Mas seriam lágrimas de saudade e nada mais, nunca causadas pela maldade dos nossos semelhantes.
Como é sublime o que se contém na declaração: "Não há distinção determinada por diferenças de raças, credos, línguas, sexo, cor, religião, política, riqueza ou qualquer outra contradição; toda criatura tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal; em qualquer lugar todos os homens têm direito de serem reconhecidos como criaturas humanas; todos são iguais perante a lei, aforisma que remonta a Becaria, mas sempre olvidado; todos podem obter dos tribunais o remédio para a salvaguarda dos direitos fundamentais; ninguém sofrerá prisão arbitrária, sendo plena a defesa dos acusados; todos têm direito à propriedade, ao trabalho, à livre escolha do emprego com justa remuneração, à educação, à saúde, à habitação. E, o que é fundamental: todo homem tem direito à liberdade de pensamento, consciência, religião, de expressão e de escolher, por escrutínio secreto e direto, os seus governantes, bem como ser escolhido para cargos eletivos.
Sem querer cair em lugar comum, depois da leitura de 30 artigos que compõem a declaração, é o caso de indagarmos, ante as injustiças palpáveis, ante o espetáculo constrangedor oferecido pelas favelas, ante a falta de vagas nas escolas e hospitais para os pobres: o mundo teria, de 1948 para cá, evoluído ou regredido? Reflitamos sobre essa indagação. E sejamos, ao menos com os acontecimentos atuais, mais amigos, mais solidários, mais irmãos. Sem o senso de fraternidade não haverá entendimento entre os homens e persistirmos nesse estado de coisas, é certo, cairemos irremediavelmente no caos.
O mundo está a merecer melhor sorte. Lutemos por ela.

JONIA RANALI

sábado, 20 de abril de 2013

UMA NOVA E MODERNA PSICANÁLISE



A "minha ciência", a Psicanálise, é por mim extremamente amada e respeitada, pois através dela consigo fazer muitas curas, parciais, se os paciente não querem ou preferem não ir "até o fundo do tacho" para resolver todos os seus problemas emocionais, e curas totais se a isto eles se propuserem.
A Psicanálise passou por várias fases ou etapas, e vou enumerá-las com alguns detalhes.
Imaginem uma árvore. Ela sempre terá um tronco, e nesse caso essa parte da árvore compreendida entre a raiz e os ramos, foi Sigmund Freud, seu ilustre criador.
Depois tivemos uma segunda geração, com muitos e bons psicanalistas, alguns até da mesma geração de Freud, mas os que mais se destacaram foram Melanie Klein, Jacques-Marie Lacan, Anna Freud, Wilfred Ruprecht Bion e Donald Woods Winnicott que complementaram a nossa ciência com maravilhosos tesouros, tanto na parte de aprofundamentos teóricos, como na parte da psicanálise infantil.
E após isso nossa ciência foi agraciada com as contribuições da terceira geração, com muitos teóricos, observadores e magnânimas criaturas humanas que perceberam que nossas emoções começam a existir no momento da concepção e trataram de pesquisar e aprender como colocar métodos, exemplos e vivências para que os conceptos, depois embriões e após o terceiro mes fetos, já estivessem sendo recebidos com atuais e prósperas maneiras de tratamento.
Isso simplesmente foi uma glória, diminuindo a mortandade infantil, sofrimentos  para os pais, e uma maior, muito maior consciência do respeito que se deve ter a esses tão pequeninos seres, quase todos ainda em formação, mas já gravando um número enorme de formas de sofrimentos.
Eu também percebi, ao início de minha carreira, que meus primeiros pacientes mostravam na fala, nas não realizações, nos problemas apresentados que suas mazelas emocionais dentro do ventre da mãe haviam sido criadas e reforçadas para desespero desses pequeninos seres, que com esses materiais não sabiam lidar, e nem percebiam de onde procediam.
E, no intuito de ajudar, de dar a minha contribuição, estou lançando o livro "Você consegue mudar o mundo", em breve nas livrarias.
Mas, num solavanco, numa explosão de buscas que sempre nortearam a minha existência, fui buscar em outros setores, alguns já muito familiares a mim desde muitos anos novos, ainda, caminhos que fizessem crescer mais a minha ciência e a ajuda que podemos dar aos que dela querem se beneficiar, e consegui juntar, o que, inicialmente posso chamar de Nova Psicanálise, pois com meus pacientes estou trabalhando a parte energética, que se mal estruturada ou mais ainda sem conhecimento pelos mesmos pode causar perdas, danos, comprometimentos e até mortes, que serão consideradas, nesses casos como suicídios ou homicídios inconscientes.
E mais, pelo menos até o momento: com maravilhosos cursos de terapia regressiva, que somados à minha experiência me permitem ir até à outras vidas dos pacientes,  dentro do tratamento psicanalítico, o que elucida seus relacionamentos tumultuados com seres de sua atual existência, família, e também sobre suas não realizações, o tratamento psicanalítico ficou mais rápido, muito, muito, muito mais seguro e completo, me trazendo a mais total realização como psicanalista e um bem estar sensacional aos meus pacientes e ao ensino que faço dentro do meu Curso Livre de Formação em Psicanálise Online.
E, a todos esses grandes mestres que em breve relacionarei, espiritualmente de joelhos, digo: MUITO OBRIGADA.
JONIA RANALI