Instituto Jonia Ranali

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sábado, 24 de agosto de 2013

DEVEMOS SER COMO A ÁGUIA



A águia é uma ave que chega a viver até 70 anos.
Mas, para chegar a essa idade, ela tem que tomar uma séria e difícil decisão por volta dos 40 anos. Nessa idade ela está com as unhas compridas e flexíveis, não conseguindo mais caçar suas presas para se  alimentar, seu bico alongado já está curvo, suas asas estão apontando para o peito, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas, e voar já está se tornando uma tarefa difícil.
Então, a águia só tem duas alternativas:  morrer...ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias. Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e recolher-se em um ninho próximo a um paredão, onde ela não necessite voar.
Após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico contra a rocha até conseguir arrancá-lo. Após isso, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar as suas unhas.
Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas, e somente depois de cinco meses, a águia sai para seu famoso voo de renovação, e poderá viver, então por mais uns trinta anos.
EM NOSSA VIDA, MUITAS VEZES TEMOS QUE NOS RESGUARDAR POR ALGUM TEMPO E COMEÇAR UM PROCESSO DE RENOVAÇÃO. Para que continuemos a voar um voo de vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes e outras tradições que nos causaram dor. SOMENTE QUANDO NOS LIVRARMOS DO PESO DO PASSADO É QUE PODEMOS APROVEITAR OS RESULTADOS  VALIOSOS QUE UMA  AUTO-RENOVAÇÃO SEMPRE TRÁS.
ISSO DEFINE EXATAMENTE A PERSISTÊNCIA QUE DEVEMOS TER EM NOSSA VIDA PARA SUPERAR OBSTÁCULOS E ALCANÇAR O SUCESSO EM QUALQUER SETOR DE NOSSAS VIDAS, PRINCIPALMENTE NO PROFISSIONAL.

JONIA RANALI

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

A LIÇÃO DA BORBOLETA


 Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo. Um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.
Então, pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso.
Parecia que ela havia ido o mais longe que podia e não conseguia ir mais, e o homem decidiu ajudar a borboleta e pegou uma pequena tesoura e cortou o restante do casulo, e a borboleta saiu facilmente, mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha asas amassadas.
O homem continuou a observá-la pois esperava que a qualquer momento suas asas se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar com o tempo...
Nada aconteceu! Em verdade a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas, e nunca foi capaz de voar.
O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo pelo qual Deus fazia com que o fluído do corpo da borboleta fosse para suas asas, de forma que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.
Algumas vezes o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida.
Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, Ele nos deixaria aleijados. Não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar.
Eu pedi forças... e Deus deu-me dificuldades para fazer-me forte. Eu pedi sabedoria... e Deus deu-me problemas para resolver...Eu pedi prosperidade... e Deus deu-me cérebro e músculos para trabalhar...Eu pedi coragem...e Deus deu-me pessoas com problemas para ajudar...Eu pedi favores...e Deus deu-me oportunidades.
Eu não recebi nada do que pedi...mas eu recebi tudo de que precisava!!!
JONIA RANALI